Valentões: Arcidalio Esmerindo e Zé Pintinho
Louco: Alziro, Zé Louquinho e Lasquita
Reclames: Grindelia de Oliveira Júnior
O run creosotado Glostora e lavanda.
Almirante: a maior patente do radio brasileiro
do "O Incrível, fantástico e extraordinario"
Escritores: Aspicuelta Navarro, Vercingetorix, Hercules Florence e a caneta fulgurante de Antenor Pimenta
Acabou-se o que era doce: a única certeza incontestável.
Amores clandestinos: histórias safadas
Herói amante poeta: Pedro Saturnino de Magalhães
Meninos de recado: Bastião Salgado e Zé Roxinho
Noticiador de enterros e festas: Jorge Braite
Meirinho e estafeta: Dolermiro e Antonio Aguida
Rei Momo e recadeiros: Caju e tio Alceu
Bêbados inveterados: Zé Cabo Verde e Ricardo
Eletricistas e consertadores de rádio: Quincas e Jesse
Dele ainda não. “A hora do homem e uma só, num dianta afadigar um nada não”. “A morte e uma velha careca que passa de vez em quando, vestida de um branco. Fica atraia da moita esperando a hora do cristão chegar”. Quando chega, babau! Num tem choro nem vela: pode encomendar a alma e acender as quatro velas. O Cristão veste a indumentária de madeira e vai pra horizontal definitiva.
O sino tangendo lúgubre: a morte rondando a corruptela. Gente que nunca morreu esta morrendo. Será o Leopoldino?...-que nada, esse está forte e sacudido nos seus noventa janeiros. O Muniz velho de guerra? Será?... -não esse beirando os cem, mas não chegou a hora.
- Não! Sou eu que bebo primeiro!
Vocês param de brigarem, senão..., falou a mãe que ia abaixando, quando a vasilha entornou e a bilha d’agua espatifou no chão duro: quebraram todos os ovos. Um lavarinto de criança na cabeça. Uma latomia.
—Que pena que o Chico não teje em casa, compadre, mas apeie que num demora ele chega, deve de estar por perto caçando um garrote alongado pelas vargens, provável que atolado uma hora dessas: Vamos entrando que o café ainda está quente