segunda-feira, 17 de setembro de 2018


A comitiva de loucos: a viagem. Sair, sem mais, sairam. O maior trabalho que deu dar com toda aquela colondria de loucos em hospicios. O Jesué, manicado com loterias, havia descoberto um modo infalível de ganhar. Segundo os seus dizeres, um sistema: estava pra ficar riquíssimo, ia virar num milionario, quando tirasse a sorte grande.

Kyrie Eleison,... Cryste eleison!


O povo esperava alguma coisa de importancia, considerada o solene do momento. Um manto espesso de silencio, cobria aqueles momentos de espera. De repente, uma extemporaneidade: -Meus concidadãos:..., a hora é grave. Uma afirmação foras de hora pra um momento muito prosaico. Alteou a vós, ao principio meio afônico, entr gutural e falsete, limpou rapidamente a garganta. A vó foi se impondo, ganhou confiança, prosseguiu emocionado com com as próprias palavras, quase engasgou com a própria saliva, tal o grau de emoção pura. Adquiriu um ar arrogante de estátua, a vós virando num falsete, praquilo que prometia um discurso prolongado de cerimônia: -Aquiecí em fazer parte desta ilustre comitiva, por estrito senso do dever para com o bnosso imperador. Jamais poderia me furtar ao dever: a patria nos chama: No-la podemos olvidar nesta hora gravíssima, nem tampouco vo-la podeis decepcionar! -Ques palavras bonitas! palavras machas, duma pessoa instruida! O povo já esperando que evinha peroração da longas. -Viva o Capitão Zé Vicente e o Capitão Vaduca. Viva ios heróis da Guerra do Paraguai! Retrucava o o Sô Pedro General, estimulado pela efervecencia do momento, querendo de esquentar os animos: -O paiz espera que cada um cumpra seu dever,quem for brasileiro que me siga! -Deo Gracias! Rezou o zéLouquinho. O Sinésio retomou o discurso: - Com a permissão aqui do nosso comandante em chefe supremo, grão mestre de cavalarianos, guarda mor de Meirinhos, o Senhor Adejalma, a quem rendo as minhas homenagens, representando sua alteza imperial, sinto-me no dever de proferir e deixar aqui consignado as minhas recomendações, para o bom andamento dos trabalhos; aquiescí de fazer parte de tão ilustre comitiva, pelo proppósito de levar avante ingente tarefa a bom termo, esta nossa gloriosa expedição. Fi-lo, por que qui-lo, por estrito senso do cumprimento do dever e submissão a sua alteza real, o imperador de todos os Brasís. Não se deixem nuncar seduzir pela prosa facil desses republicanos: eles são portadores de falsas ideologias. Vamos lutar a boa causa, a boa luta, com dedicação e denodo. -O senhor José Louquinho fará aagora a leitura da ata, da ladainha e das orações de praxe. O Senhor Pedro General, vai expor aos senhores membros das cavaleiros da ordem terceira, os planos de nossa extratégia guerreira. Eia pois que vocês são ultimos representantes do poder imperial, não poderão se olvidar nunca de tão alta incumbencia, nem se deixar levar por ideologias alienigenas desses positivista e maçons. Não deixem intimidar guerreiros impávidos, colosso. Nesse intrim se adianta o sô Pedro general: -É isso mesmo gentem: "O verdadeiro soldado jamais foge a luta, os que forem barasileiros que mesigam. Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que aceito a incumbencia. Adiante: marche! Direita: volver! descansar: armas! Fez o silencio profundo, em sinal de respeito que o Zé Louquinho principiava a cantilena: -Oremus: Kyrie Eleison,... Cryste eleison! Pater coelis Dei?...Miserere nobis! Filis et spitituus Santus?...Miserere Nóbis! Santa Maria, virgo mater Dei?...Ora Pro Nobis! Santa virgo Virginei?... Mater Purissimae?... Virgo fidelis?...ora pro nobis! Sedes Sapientiae?...miserere Nobis! stela Matutina?...miserere Nobis! Regina pacis?...Ora pro Nobis! Agnus Dei qui tolis Pecata mundi?...Tende Piedade de nós! Deo Gracias! Oremus: "Salve Rainha, mãe da misericordia, esperança nossa, Salve! A vós bradamos, os degredados filhos de Eva, a vós suspiramos, gemendo e chorando, neste vale de lagrimas; Eia pois advogada nossa,:esses olhos misericordiosos a nós volvei; e, depois desse desterro, mostrai-nos Jesus, bedito é o fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria: Rogai por nós, Santa Mãe de Deus: para que sejamos dignos das promessas de Crysto". Fechou a Biblia surrada, calou-se profundamente em sinal de respeito pela gravidade da hora presente. Esperava a adimiração de todos. -E viva o Antônio Conselheiro: nosso último monarquista. Viva o Padrinho Cícero Romão Baptista! O brasil e a coroa espera que cada um cumpra o seu dever. Retrucava o Sô Pedro General, cheio de orgulho fanático. Loucos varridos, tomados de ideologias ultrapassadas. -Fi-lo, fa-lo e escuto-lo! por profundo respeito às tradições imperiais. Jamais me poderia furtar ao cumprimento do dever e do chamado da patria monarquista! Neste momento solene, não poderia me olvidar do dever de atender ao chamado da patria amada imperial: Vamos com Deus e a liberdade, unidos com sua alteza o imperador de Portugal, Brasil e Algarves. Viva Dão Pedro II! é imperioso, que cada um de nós assuma a parte que lhe cabe nessa gloriosa expedição: "...É quando se sente bater no peito a heróica pancada,...que o academico se sente no dever de deixar a pagina virada, para ir a luta...". -Caros amigos de lutas inglórias: " O Homem deixa a vida pela luta, longos anos de trabalho. Quando chega a hora, que evem a morte incerta, é só terra na cabeça do bicho, e tenho dito!...". E completava funebre o Zé Louquinho: - Agora, ou bem vai os dentes, ou vai o queixo: "Alea jacta est!...".

A pátria nos chama!


O Totó ficou, não obstante o escarcéu: mais ele explicava, mais se confundia na pressa de fazer os guardas entenderem. O Totó esse, foi amanecer na fazenda do Fundão. Torou a pé mesmo, de Poços de Caldas, o chofer ficando incumbido de levar a notícia pro Galdino, irmão do tal. Mas, o Galdino disconfiou da mão: -Peraí, escuta uma coisa: qual que vocês internaram? foi o gordão, ou foi o magrinho? já estou dando pela coisa: Cadê o Alziro? -Quem ficou lá foi o magrinho, o serelepe. Nunca num imaginava que ele sesse louco. Falou o Ricardo , meio sem graça, de saber ter caído na esparrela do Alziro. -Agora, é que azangou a boca da égua! Vocês vão ter de voltar, pra aprender a não serem trouxas: cairam feito uns patos, o Alziro deu o quinau noceis tudo, cambada de bobos! Uma chuva fina, ridica de tudo, vasqueira: temporona. O maior trabalho que deu juntar a colondria de loucos. UM lavarinto na cabeça, uma latomia, os moleques azucrinando a idéis dos coitados, em antes de principiar a viagem. -Contudo as peripécias, ainda saimos cavaleiros, cabeceira de tudo. Acalmava o Adejalma. -Pança de angu, largato escadeirado! sai daí, bunda de marimbondo! O Gordurinha reminando com os moleques, o Sinésio, exortando os loucos com seu discurso barroco: -Cartas são papéis, palavras levam o vento.Sai da frente, espelho de tripa, sai do caminho, jacá de toicinho!Mas o Totó não era louco nem nada, senão que um senhor aprumadinho, meio prosaico de antigo, mas de avançada idade, meio achacado de antigos incômodos, como se diz: meio entrado em anos, com seus muitos janeiros às costas. Outrora encontradiço, agora levando um sumiço grande. Rotundo e sorumbático, meio soturno e distante, pontificava nas esquinas, nas farmacias e portas de venda, num discurso agressivo, depois das quantas, fatalista. Esperançava. Falando sempre do progresso: positivista. Principiou de cair os dentes, depois eveio uma cirutgia de calculos renais, e vesicula biliar, os seus diverticulos e eos incomodos daidade avançada, macacoas, ovas e lumbago. Artrites e esporões. As veias das pernas entupidas, produzia um caminhar claudicante, medidos os pequenos passos, vacilante, meio marcando o compasso. Cabeça erguida, numa postura automática de cuco de relógio, forçada pra aparentar equilibrio, pontual, rigido em escesso. O terninho de brim caqui, cheio de bolsos como um soldado, corretissimo, um libré de culete, com relogio Roskof Patent,, correntinha de ouro trespassante, o palitosinho juso e de botinas de cordão: um bonequinho de de relogio de caixinha de musica. Aprumadinho tdo todo,, muito prosaico de antigo. Um senhorzinho de meia idade, quase um sexagenario,um pouso opinioso : deu pra manicar com horas, exibindo o relogio sem precisar de necessidade. Tambem preocupado com o tempo fisico, falando de sol e céu, de seca e chuva. Comentava os novos incômodos: sua propriedade privada dele. Sentia ainda alguma vibração: sonhava com amores carnais impossiveis, improvaveis naquela avançada idade. Podia se dize: decrépito.Uma profunda intimidade com remedios, receitava: garrafadas e os chá milagrosos, pra levantar o moral viril do homem, encasquetou com isso. Ficou solene e saudoso. O raciocinio lennto e lerdo, os esquecimentos bêstas. A tudo, questionava monotonamente: Ahn! os tropeços da idade. Mas aí, o Sinesio sentiu pesar a gravidade da hora, consoante que dizia no seu estilo arcadico, parnasiano. Cabia a ele, como homem de letras, o uso da palavra: -Não posso me furtar ao dever de admoestá-los. A pátria nos chama!

Dirigia veiculos imaginarios


Inventava a maquina do tempo. Dirigia veiculos imaginarios. O Tonho do Dorico mandou eu fazer a conta dos balaios que cabe numa carreta cheia de milho. O sonho, ele é um pensamento separado, de outra parte da cabeça. Tres horas dum domingo sonolento, o sol de rebentar mamono, a rua da corrutela vazia de vivalmas. O Jorge braite, na sua indumentaria antiquada, é que fazia discretamente o serviço da entrega daqueles envelopes de tarja preta, amunciando velórios. Convidava cortesmente, como manda o figurino e a ocasião, o povo pros funerais do coronel. No cemitério, dava pra escutar as moscas da barriga verde azulada, voejando as varejeiras pelas frestas do chão, um cheiro de sepulcro, odores estranhos. Nem um movimento, como sóe, só tilintar, das placas dos mortos indigentes, um ruido de silencios comovedores. Só o Redemunho, o povo recolhido as suas casas, entregue aos seus afazerezinhos diarios, do banal da vida de interior. Aquele, um lugar de muito misterio, um descampado dum espigão pedregoso, atravessando por grandes salões de florestas encantadas, lugares cheios de dignidade e misterios.um cheiro de mato fresco dos restos sarapilheira do chão macio da floresta, coberta de musgos bromelias e gravatás. Da onça, não restava mais que sua dignidade de bicho fera, exposta ao povo, humilhada, amarrados seus pares de pés, conduzida por dois pinducas espertos, em ombros, o pau deatravessad, vergava ao peso de sua dignidade. Avaliavam tamanhos e pelos. Mediam e calculavam o couro, puchada pelos bigodes, ainda mostrava ferocidade pelas presas a mostra. na hora de internar o Alziro se adiantou, conhecedor profundo dos assuntos burocráticos de manicômio, sussurando nos ouvidos do enfermeiro, as mãos em concha segredando: -O louco pra internar é aquele magrinho no banco de trais, vê só a cara de triste do homem, deu pra inventar da cabeça dele, que todos estão loucos. Na certa vai dizer que o louco sou eu: não dá trela não, que é muito ladino, apesar de doido. Não dá confiança pras prosas dele não, que vai d9zer e jurar de pés juntos que sou eu o louco pra internar.

Deu de encasquetar com numeros místicos. Duma veis ficou tempos mancado com o nove e o seis. Acontece que escrevia tanto que as veses saia de cabeça pra baixo mesmo, pra aproveitar espaço no borrador. O seis virava nove e vice versa. Imaginou um brinquedinho: com um prego fixou uma regua na parede. Num canto prendeu um nove, riscado no papelão, no outro um seis, girava. O nove virava seis a cada meia volta, e o seis, nove. Mostrava radiante da, descoberta, a maquininha de moto perpétuo. —Olha gentes: o moto contínuo! e imprimia um embalo no movimento giratorio na regua. Explicava: o nove é maior, pesa mais. Quando chega em cima vira seis, e o seis vira num nove. Num para. Vivia caçando maquinas impossiveis, motores tocados per geradores acoplados que acionavam os proprios motores, num giro infinito sem gastar enenrgia. Achava que se esforçasse acabava descobrindo o moto perpétuo. O único numero pequeno que gostava era o zero, para exprimir importancias grandes depois do ultimo. —Vigia só a minha riqueza incalculavel: novecentos e noventa e nove, noves fora, nada! errado: principia de novo... —Zero, zero, zero..., zero cento e zerenta e zero, que bonito! mas isso não é numero, são apenas declarações de vazio: nulidades, nulidades, são ocos de pau, olhos de bicho no escuro, no mato. Agora eram reticencias, depois pontos, monotonamente. —Agora estou rico, ninguem vai poder comigo! quero ver quem a cara dos Magalhães! tira, vá..., tira o meu cartório, se vocês tem competencia. De primeiro, eram quebra-cabeças. Ficava horas e horas até altas horas rabiscando folhas e folhas dos cadernos das crianças, na busca de problemas impossiveis: tres casinha, alimentadas de luz agua e telefone, não podia cruzar os riscos. Ia tudo muito bem até faltar uma ligação, ficava louco, começa de novo. Diacho! Depois foi a teima com os numeros da loteria. Imaginava um segredo, pra cercar o rtesultado, jogando uma quantidade de numeros chave, atravé de combinações adequadas . —Paciencia que vai dar certo! com isso imaginando que poderia aumentar a probabilidade de ganhar no jogo. Não que imaginase certeza plena, absoluta, que era louco, mas nem tanto. Sua inteligencia ainda funcionava, sabia a certeza impossível. Mas acreditava que tanto mais pensasse, mais enchese resmas e resmas de papel com cálculos mais aumentava a probabilidade: uma extranha relação de causa e efeito processando dentro de sua cabeça alucinada. Mais dia menos dia acabava acertando.

E FAZ E ACONTECE


E faz e acontece,que as pressões estavam aumentando: estava em jogo o prestígio dos coronéis.Algo tinha de ser feito pra por um paradeiro na petulancia do Jesué. De nada adiantava as picuinhas, a todos ele vencia com sua perspicacia, um jogo de muita astucia e paciencia. Foi ficando isolado, os chefes fazendo intriga, mexendo os pauzinhos no estadual e no federal, donde dependia sua remoção. Foi baixo! o Jesué um espinho, abalava o prestigio dos Coronéis. Dizia: —Daqui num saio nem a poder de reza brava, nem a muque: só morto e carregado. De conversa muito placiano, tinha lá suas simpatias: manso, de gestos maneiros, tinha um sesso de rir pra dentro, em grunhidos de porco, e chupar os dentes assoviando, a boca entreaberta. Quando assim, podia contar(saber): estava ruminando alguma idéia ruim dentro da cabeça la dele, os gestos impacientes, denunciadores duma posição defensiva, de fera acuada. Era aí, aonde que revelava o genio ruim dos figueiredos, teimoso como uma mula estirada, brabos como eles, nunca que num enjeitava uma parada. Por pior que fosse o frégi, escorava. Tinha a valentia e o dilurimento dos Figueiredos da Divisa. No entanto a cor de cobre escuro, era parente por parte de mãe, do povo dos Vieira, gente do Custodinho do Campestre. Era desses uns que evinha parte da proteção politica, pra se defender das intrigas dos Coronéis, do Major e o seu filho dele, o Dr filadelfo, do povo dos Ornelas e dos Magalhães, tudo gente coleada pra tirar as suas garantias . Andava coleado com esse povo do engenho de açucar, Coronéis tambem de despropósito de riquezas e prestigio. Pois foi dessas implicancia e de um fato muito singular que principiaram de aparecer os primeiros sinais de fraqueza de idéia, que acabaria levando o Jesué pro Hospicio de Itapira, trancafiado: Principiou de interessar pelo jogo de loterias. Primeiro foi aquela fixação com números: enchia resmas de papel com numeros minusculos representando probabilidades, formando ternos e quadras, procurando de cercar o milhar. Depois passando a limpo no livro comprido de assentamento de conta de armazem, uma espécie de borrador. Os numros foram crescendo a medida que foram crescendo as certezas, tanto no tamanho da escrita quanto no valor próprio representado. Megalomanias: grandes garranchos enormes de noves, oitos e setes. Nos muros, rabiscados a gis, e carvão. Numeros maximos, de muitos algarismos, de muitos noves seguidos: —Novecentos e noventa e nove milhões de milhares, centenares de noves, novenares de novilhões de contos de réis. Agora virei num milionario, novelhonario. A milhar está cercada, vou tirar a sorte grande.

junta a fome com a falta de comer


Você não acha que tem dia que parece que o diabo anda solto, como que no meio do redemunho. Ele andava com o diabo no corpo que nem lobisomem em noite de sesta santa de lua cheia, quase a pino, um ar de magia excessivamente clara, o tempo limpo sem atmosfera. entoou uma cantiga sem nexo, um homem especula e abelhudo. Deu o quinau nele: pança de angu. largato escadeirado, sai bunda de marimbondo! Uma chuva fina, vasqueira, ridica de tudo: chuva temporona. São os eternos esperançosos que dão força e valor a vida: os demais tem uma cortina espessa de tristeza cobrindo os olhos e o coração. É preciso de qualquer jeito acreditar nalguma coisa ainda que racionalmente impossivel. Só a certeza do inevitavel da morte certa, nos torna capazes de viver. revela preguiça ou incapacidade , viver a vida real. A veneração pelo incorruptível, criação infantil inaccessível, do distante. Revela o desejo incontido de que outros realizem seu desejo. Estão na maior parte pedindo a Deus que alguem tome decisão por eles. Na verdade é como projetar um sistema do tamnho da nossa preguiça. Por tomar decisãoes e enfrentar as dificuldades do real, um medo de serem responsaveis por seus riscos de serem responsaveis por sua liberdade. Que saibam não tratar-se de denuncia, senão que o enunciado duma proposição matematica, quase contabil. Que a doideira da menina, sendo mais a fome do que a falta do que comer, uma é que :do jeito que os grande passa, os pequenos tamem passa, nenhuma janelinha está aberta pra alguem na hora da correria.